No silêncio da noite, apenas uma luz esbranquiçada que cobre o
rosto. Uma caixa preta onde liberta-te de todo um mundo causador, ou será que
vítimas somos de nós mesmos, às vezes quase sem querer ou por querer, causamos
nosso mundo, moldando-o da maneira que gostaríamos de nos sentir, onde ninguém
pode enxergar, nem a nossa própria alma.
A vontade de querer mudar, todo ser humano tem, mas o que será que existe entre
a vontade e o fazer, forças vindas de outros seres humanos sendo barreiras ou
simplesmente nossa falta de coragem.
Alguém já conseguiu conversar com o mais íntimo do seu mundo, imaginando uma
sala onde os seus objetivos estão guardados em caixinhas com senhas, que apenas
a falta do medo pode quebrar, porém para chegar até eles, existe uma barreira
de braços empurrando e acariciando essas caixas como se fossem delas, e você
ali sem poder fazer nada e sem entregar os pontos.
Sinto-me assim em dias como esses, com tanta coisa a fazer, mas como se
tivessem braços em volta, muitos diriam que é frescura de minha parte, talvez
seja mesmo, mas um dos meus objetivos não conseguiu enxergar ainda, o quanto
forte ele é, e o nome dele é meu nome, a força que ele tem perante esse mundo.
Ninguém nasce por nascer, talvez todos tivesse essas caixas dentro de si,
dentro de salas brancas, porque a sala preta te liberta, mas a branca te
aprisiona, pois você pode ver todo o terror que é viver.
Mas, o que será que tanto nos impende de viver? Nossas tormentas, traumas ou
preguiça?!
Às vezes é preferível ficar dentro da caixa preta defendendo-se do que pode,
porque lá fora tem muita gente com braços longos que te afoga sem a menor
piedade. Ainda assim, mesmo sabendo de tudo isso, temos que capturar aquelas
caixinhas e sair desse nosso mundinho, que querendo ou não também nos machuca,
pois nos impende de viver o que temos, e o que temos é apenas o que pensamos,
até nosso corpo é emprestado de alguma coisa que ainda não consegui entender.
Muita confusão para uma mente, mas deixe estar, certas coisas não são para se
entender, apenas para se experimentar, assim como o viver.
No silêncio da noite, apenas uma luz esbranquiçada que cobre o
rosto. Uma caixa preta onde liberta-te de todo um mundo causador, ou será que
vítimas somos de nós mesmos, às vezes quase sem querer ou por querer, causamos
nosso mundo, moldando-o da maneira que gostaríamos de nos sentir, onde ninguém
pode enxergar, nem a nossa própria alma.
A vontade de querer mudar, todo ser humano tem, mas o que será que existe entre
a vontade e o fazer, forças vindas de outros seres humanos sendo barreiras ou
simplesmente nossa falta de coragem.
Alguém já conseguiu conversar com o mais íntimo do seu mundo, imaginando uma
sala onde os seus objetivos estão guardados em caixinhas com senhas, que apenas
a falta do medo pode quebrar, porém para chegar até eles, existe uma barreira
de braços empurrando e acariciando essas caixas como se fossem delas, e você
ali sem poder fazer nada e sem entregar os pontos.
Sinto-me assim em dias como esses, com tanta coisa a fazer, mas como se
tivessem braços em volta, muitos diriam que é frescura de minha parte, talvez
seja mesmo, mas um dos meus objetivos não conseguiu enxergar ainda, o quanto
forte ele é, e o nome dele é meu nome, a força que ele tem perante esse mundo.
Ninguém nasce por nascer, talvez todos tivesse essas caixas dentro de si,
dentro de salas brancas, porque a sala preta te liberta, mas a branca te
aprisiona, pois você pode ver todo o terror que é viver.
Mas, o que será que tanto nos impende de viver? Nossas tormentas, traumas ou
preguiça?!
Às vezes é preferível ficar dentro da caixa preta defendendo-se do que pode,
porque lá fora tem muita gente com braços longos que te afoga sem a menor
piedade. Ainda assim, mesmo sabendo de tudo isso, temos que capturar aquelas
caixinhas e sair desse nosso mundinho, que querendo ou não também nos machuca,
pois nos impende de viver o que temos, e o que temos é apenas o que pensamos,
até nosso corpo é emprestado de alguma coisa que ainda não consegui entender.
Muita confusão para uma mente, mas deixe estar, certas coisas não são para se
entender, apenas para se experimentar, assim como o viver.

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