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Mostrando postagens de 2013

Quase.

Acordei sem saber exatamente como o dia iria terminar, mas sei que foi assim. O céu estava maravilhoso, o ar, até a chuva inesperada. Quando queremos fazer alguma coisa, temos que fazê-la, mesmo que com medo, mas o resultado é sempre surpreendente. O toque das mãos, aqueles toques que já se sentira em outros momentos, aquele olhar que parece ler tudo dentro da mente, afinal realmente sabe cada desejo e os pensamentos mais infame. Nostalgia sincera, sem frescuras, é disso que eu estou falando. Essa vontade louca de dizer tudo o que sente, demonstrar do medo ao modo da forma mais complexa, mesmo que isso custe a acontecer. Minutos intermináveis, cheiros transcendentais, como um déjà vu presencial, vontade que essa vibe não acabasse nunca mais, é muita sinceridade para um só momento, melhor parar de escrever, já estou bastante leve, leve como uma pluma das melhores penas, pena eu não saber o porque disso tudo acontecer ao mesmo tempo. Acredito em vida após a morte, em fluídos...

Box inside the box.

No silêncio da noite, apenas uma luz esbranquiçada que cobre o rosto. Uma caixa preta onde liberta-te de todo um mundo causador, ou será que vítimas somos de nós mesmos, às vezes quase sem querer ou por querer, causamos nosso mundo, moldando-o da maneira que gostaríamos de nos sentir, onde ninguém pode enxergar, nem a nossa própria alma. A vontade de querer mudar, todo ser humano tem, mas o que será que existe entre a vontade e o fazer, forças vindas de outros seres humanos sendo barreiras ou simplesmente nossa falta de coragem. Alguém já conseguiu conversar com o mais íntimo do seu mundo, imaginando uma sala onde os seus objetivos estão guardados em caixinhas com senhas, que apenas a falta do medo pode quebrar, porém para chegar até eles, existe uma barreira de braços empurrando e acariciando essas caixas como se fossem delas, e você ali sem poder fazer nada e sem entregar os pontos. Sinto-me assim em dias como esses, com tanta coisa a fazer, mas como se tivessem braços em ...

(in)sanidade.

Esses dias parecem nostálgicos demais, mas me pergunto nostalgia do que, se não sinto saudade de nada? Há muito tempo não consigo escrever, me expressar de forma alguma, era como se algo me prendesse a falar o que realmente queria, e digamos que muitas coisas se perderam, talvez nem me lembre de mais o que tinha a dizer, porém uma coisa ficou: a dúvida.  Todos os dias me pergunto o porquê de certas coisas acontecerem, por muitas vezes aquela frase clichê: "Por que só comigo?" e diante de tantas dúvidas, só consigo que surja mais ainda a cada pensamento profundo sobre o que se acontece enquanto vivemos. Em tempos em que nada faz sentido nos fechamos em jaulas que nós mesmos criamos, pois no fundo pelo menos no meu caso, sabia que era perca de tempo ficar encasulada dentro do quarto, ouvindo músicas que só piorassem minha situação, e que ao mesmo tempo me encorajasse a seguir em frente. A arte de mentir para nós mesmos, uma realidade fictícia criada por uma mente qu...