Acordei sem saber exatamente como o dia iria terminar, mas sei que foi assim. O céu estava maravilhoso, o ar, até a chuva inesperada. Quando queremos fazer alguma coisa, temos que fazê-la, mesmo que com medo, mas o resultado é sempre surpreendente. O toque das mãos, aqueles toques que já se sentira em outros momentos, aquele olhar que parece ler tudo dentro da mente, afinal realmente sabe cada desejo e os pensamentos mais infame. Nostalgia sincera, sem frescuras, é disso que eu estou falando. Essa vontade louca de dizer tudo o que sente, demonstrar do medo ao modo da forma mais complexa, mesmo que isso custe a acontecer. Minutos intermináveis, cheiros transcendentais, como um déjà vu presencial, vontade que essa vibe não acabasse nunca mais, é muita sinceridade para um só momento, melhor parar de escrever, já estou bastante leve, leve como uma pluma das melhores penas, pena eu não saber o porque disso tudo acontecer ao mesmo tempo. Acredito em vida após a morte, em fluídos...